7 de maio de 2021

Guedes volta a defender ‘CPMF’ para transações via PIX

O sistema de transferências e pagamentos instantâneos lançado pelo Banco Central (BC) e que já conta com a participação de diversas instituições está na "boca do povo" há algum tempo, e o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, não está de fora das d...

O sistema de transferências e pagamentos instantâneos lançado pelo Banco Central (BC) e que já conta com a participação de diversas instituições está na “boca do povo” há algum tempo, e o atual ministro da Economia, Paulo Guedes, não está de fora das discussões – ainda que não esteja falando exatamente sobre a revolução da modalidade. De acordo com a Folha de S. Paulo, em conferência realizada nesta quinta-feira (19), Guedes voltou a abordar a criação de um imposto sobre transações após o período eleitoral e defendeu a implementação de taxas sobre o PIX.

Para ele, alíquotas consideradas baixas, que poderiam ser de 0,10% ou 0,15%, deveriam ser cobradas – sendo que estudos iniciais do Ministério previam 0,20% tanto para quem paga quanto para quem recebe, nos moldes do antigo CPMF, totalizando 0,40%. Independentemente de quais sejam, contrariam a proposta inicial do sistema: gratuidade.

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