7 de março de 2021

iPhone novo chega a custar dez vezes mais do que há dez anos

Foto: Rafael Merino Programa Inova 360 Com a evolução da tecnologia dos aparelhos celulares, aliada à alta do dólar, os smartphones estão cada dia mais valiosos. O iPhone 12 acaba de che...
Foto: Rafael Merino

Foto: Rafael Merino
Programa Inova 360

Com a evolução da tecnologia dos aparelhos celulares, aliada à alta do dólar, os smartphones estão cada dia mais valiosos. O iPhone 12 acaba de chegar ao Brasil com preços que variam de R$ 6.999,00 na versão Mini a R$ 13.999,00, na versão Max Pro.

Mesmo assim, o comportamento do brasileiro sobre compra de seguros para esses itens ainda não mudou. Atualmente, apenas 16% dos celulares do país têm seguro. Com a chegada do iPhone 12, a Pier, que oferece seguros digitais com contratação pelo aplicativo em poucos cliques, se prepara para uma Black Friday movimentada.

A empresa já possui mais de 17 mil clientes com smartphones segurados. “A maior parte das seguradoras cobre apenas roubo e, de fato, na maioria das vezes os aparelhos são furtados de forma que a pessoa nem percebe, só que a pessoa só descobre que está descoberta na hora da negativa da seguradora. Além disso, a Pier não cobra franquia para restituir os clientes, além de o plano ser feito por meio de assinatura mensal, sem complicações”, afirma Marina Moreira, responsável pelo marketing do seguro de celulares.

Salto de 60% nos furtos de celulares

De acordo com dados de mercado, nove em cada dez roubos são considerados furtos simples. Somado a isso, após a reabertura do comércio na cidade de São Paulo, houve um salto de 60% nos furtos de celulares, segundo estudo realizado pelo Departamento de Pesquisas em Economia do Crime da FECAP. “Os dados reforçam a necessidade de mudança de comportamento do consumidor e a tecnologia, com estratégias desenvolvidas na base de dados, é o que possibilita que o cliente tenha a melhor experiência e retorno possíveis”, explica Flávio Altinier, responsável por inteligência de dados na empresa.

 

Na hora do problema, nada de robô

Para a Pier, o uso da tecnologia aliado ao atendimento humano é o que faz a empresa ser tão amada pelas pessoas. “Pedimos pouquíssimas informações na hora da cotação, mas com essas informações conseguimos analisar mais de 6 mil pontos de dados. Isso faz com que a gente seja muito mais democrático que o mercado para aceitar o risco das pessoas. Estamos focados em automatizar sempre mais os processos, mas nunca nosso atendimento. Se a pessoa tem um problema, tudo o que ela não precisa é falar com um robô”, explica Marina Moreira, gerente de marketing de produtos e comunidade da Pier.

Marina também conta que a empresa está se preparando para superar seu próprio recorde de restituição de pagamento, que atualmente é de 38 segundos usando tecnologia para tornar o processo de análise dos documentos ainda mais eficiente. A ideia é ao longo do ano que vem conseguir fazer restituições em menos de 1 segundo. “Esse mês fizemos a primeira restituição no fluxo 100% automático, sem intervenção

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